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sábado, 30 de junho de 2012

Objeto encontrado no mar báltico, será um OVNI?

Anomalia Báltica: Portal para onde, quando...ou quê?. 16808.jpeg


 
Começou em 1 de junho, quando o Oceano X-Team liderado pelos mergulhadores suecos Peter Lindberg e Asberg Dennis a bordo do Ancylus saiu do porto Norrtälje para examinar um objeto em forma de disco 100 metros abaixo da superfície, entre a Suécia e a Finlândia. O que eles descobriram no fundo do Mar Báltico produziu mais perguntas que respostas...

A equipe foi até as profundezas escuras do Mar Báltico para investigar um disco misterioso em forma de cogumelo em cima de um pilar de pedra que se eleva a oito metros do fundo do mar, com 60 metros de espessura. A circunferência do disco mede 180 metros e é de 4 metros de espessura. É um círculo perfeito. No topo, há um objeto esférico medindo 4 metros de diâmetro e numerosas áreas ardidas, que parecem fogueiras ou lareiras. As áreas queimadas são esféricas.

O que é mais surpreendente é o que exames 3-D do sonar têm revelado dentro do objeto: paredes lisas e corredores e uma escadaria que leva para baixo. Existe um furo na parte superior da cúpula e algo que parece uma pista que leva até ela no fundo do oceano com 1.500 metros de comprimento. Peter Lindberg afirma que o objeto ou foi feito pelo homem, ou então uma formação natural redesenhada e reestruturada.

"Quando a gente saiu e viu as paredes que eram rectas e lisas, era assustador, como em um filme de ficção científica" - Dennis Asberg - Ocean Explorer, Co-Fundador.

As paredes internas da estrutura são perfeitamente lisas e formam um ângulo recto com o chão. Mas isso não é tudo. Exista a uma distância de 200 metros a segunda anomalia, descrita pelos mergulhadores como algo que parece uma janela de uma igreja gótica. A equipe não podia ver de mais detalhes porque o Mar Báltico tem uma grande quantidade de sedimentos e o tempo de mergulho era curto.

A equipe também descobriu que a estrutura principal interferiu com o seu equipamento. Nada eletrônica funcionou em uma área de 200 metros ao redor do objeto. Nem telefones por satélite, nem câmeras de vídeo.

Outro mergulho vai acontecer em duas semanas, desta vez com peritos científicos a bordo.

Uma pergunta: A Anomalia Báltica é um portal para onde, para quando ou para quê? E quando foi formado? Talvez a resposta a estas perguntas é: não estamos sozinhos.

Timofei Belov
Pravda.Ru

A $ubversão contra Cuba (em espanhol)



 

Denunciam em Cuba recrudescimento de campanha midiática dos EUA


  
   
Havana, 27 jun (Prensa Latina) O governo dos Estados Unidos parece intensificar sua campanha midiática de difamação contra Cuba, palco no qual manipula os objetivos da atualização do modelo econômico da ilha, denunciou hoje aqui a imprensa.

  Segundo um artigo do Granma diário, os ataques buscam manter enganada à opinião pública norte-americana sobre a realidade no país caribenho.

"Quando um cubano conversa com algum cidadão dos Estados Unidos -dos que estão sendo autorizados pelo governo de seu país a visitar a Ilha- se assombra pela surpresa que este manifesta ante as coisas observadas em cada lugar e em cada minuto, pela distância que aprecia entre aquilo que tem diante de si e o que tinha visto ou lido sobre Cuba", precisa.

Pelas leis do bloqueio, cerco vigente por mais de meio século, Washington proíbe os estadunidenses visitarem Cuba, salvo casos pontuais nos quais autoriza viagens sob licenças e restrições.

O artigo do Granma adverte um incremento da cruzada midiática, a partir das transformações em curso na ilha, processo encaminhado -dentro do socialismo- a elevar a eficiência econômica e a produtividade com os alinhamentos aprovados em abril de 2011 durante o VI Congresso do Partido Comunista.

Aspectos inovadores da orientação atual da campanha de descrédito são aqueles que afirmam que as mudanças refletem uma vontade de regressar ao passado capitalista ante a suposta incapacidade do governo para encauzar de outra maneira a economia fracassada pelo socialismo, aponta o rotativo.

De acordo com a fonte, o ataque mediático consiste em repetir "de mil maneiras ao longo de meio século" consignas como o fracasso da Revolução, o isolamento de Cuba, o descontentamento, as deserções, as carências, a repressão, os direitos humanos violados e as liberdades econômicas limitadas.

A campanha de descrédito é uma das arestas da política contra o país caribenho, promovida pela Casa Branca, que desde 1997 gasta mais de 200 milhões de dólares para a subversão e a desestabilização interna, dado que exclui os recursos destinados com idêntico fim por agências de inteligência.

PRENSA LATINA

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Policiais assassinados: retrocesso fez violência explodir em SP


O ajuntamento político que mantém o retrocesso no poder em São Paulo aposta em Serra, de novo.  Segurança pública paulista  faliu, povo sofre nas ruas com a insegurança, mas se JN e Veja não publicam, quem vê  mal nisso?

A notícia abaixo, colhida no R7, explicita aquilo que paulistas e paulistanos já vem sentindo na pele e temendo no dia a dia: a segurança pública do estado mais rico do Brasil faliu e não consegue impor autoridade contra co crime organizado.
Mais de 40 policiais assassinados, ônibus queimados e o medo reinando no comércio.
O saldo é para lá de negativo.
Quem encarna este fracasso?
Os atuais governantes da capital e do estado, aliados desde 1995, que estão levando São Paulo ao retrocesso político, ao desastre social.
Até a verba para distribuição do sopão aos pobres e desabrigados o prefeito da cidade mais rica do Brasil, Kassab, chegou a cancelar, mas pressionado e prevendo danos eleitorais ao seu candidato, Serra, voltou atrás horas depois.
Mas se o JN não divulga ou se a Veja não escandaliza, ninguém percebe?

Com 40 PMs mortos e dez ônibus incendiados, governo ainda nega que haja ataque organizado contra polícia

Delegado-geral diz que sequência de mortes "chama atenção" e ainda é investigada

Mesmo com a morte de quase 40 policiais e dez ônibus queimados no Estado, o Governo continua negando que haja um ataque organizado contra a polícia. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro, a sequência de mortes "chama atenção", mas as investigações ainda não apontam correlação e seria "prematuro afirmar que houve algo coordenado".

— A linha de investigação está chegando nas autorias, já tem autor definido, e ainda não existe uma correlação. O importante é chegar no autor e depois na motivação. (...) A polícia não descarta nenhuma possiblidade, trabalha com todas as hipóteses, mas é prematuro afirmar que houve algo coordenado. O fato é que chama atenção essa sequência de morte.

Apenas até esta quinta-feira (28), já são 40 policiais militares mortos no Estado. Em 2011, esse número foi de 47 durante todo o ano. Isso significa que em seis meses já ocorreram 85% das mortes registradas no último ano. Além dos assassinatos, ao menos três bases da PM foram atingidas por tiros, sendo a última na madrugada desta quinta-feira, no Grajaú.

E não é só. Desde que as mortes começaram (na semana passada), dez ônibus foram queimados em diversos pontos da região metropolitana de São Paulo. Os casos ocorreram da noite de sexta-feira (22) até a noite de quarta (27). Na capital foram dois no Sacomã e um no Capão Redondo (zona sul), dois no Tremembé (zona norte) e um em Sapopemba (zona leste). Outros três foram incendiados em Guarulhos, Diadema e Taboão da Serra.

Na noite de quarta-feira, outro coletivo foi incendiado, desta vez no município de Ferraz de Vasconcelos e a empresa de ônibus ViaSul interrompeu a circulação e os coletivos foram recolhidos.

De acordo com o major Marcel Soffner, porta-voz da Polícia Militar, apesar das investigações não descartarem nenhuma hipótese, as ações criminosas de queimar os coletivos são consideradas desconexas. Soffner afirmou que a PM está fazendo um mapeamento das ações e que não há motivo para alarmes.

— São formas totalmente desconexas [de ataques a ônibus], mas não podemos afirmar nem descartar nada. O que não podemos é fazer comparações com eventos do passado. A PM já está adotando algumas ações de policiamento ostensivo diretamente relacionado a isso.

Sobre a questão dos ônibus, Carneiro também diz que não se pode fazer a correlação com as mortes dos PMs.

PMs mortos já são 70% do total de 2011— As delegacias de bairros estão investigando [os coletivos], a gente acredita que são atos isolados, daquelas pessoas que querem tumultuar. E afeta-se a população mais carente. É um trabalho difícil.

Mortes
No último caso, registrado na segunda-feira (25), um policial militar foi morto durante uma tentativa de assalto a uma pizzaria, em Praia Grande, litoral de São Paulo. Segundo a PM, a vítima estava de folga e estava no local aguardando o pedido ficar pronto.

De acordo com o coronel Roberval Ferreira França, todas as vítimas foram assassinadas fora do horário de trabalho. Essa informação contradiz, porém, dados da própria SSP (Secretária de Segurança Público). O balanço trimestral da secretaria aponta que dois PMs foram mortos em serviço no Estado nos primeiros três meses do ano.

Toque de recolher
Um suposto toque de recolher assustou moradores da zona sul de São Paulo. De acordo com a PM, tudo não passou de boato, mas uma associação de moradores da região acusam os próprios policiais militares de impor o fechamento de comércios.

Em um site, a Associação de Moradores da Vila da Paz soltou uma nota em que diz que a Policia Militar passou “nesta terça-feira (26) em comboio pelas ruas mandando todos baixarem as portas dos comércios e entrarem para dentro de casa”.

Ainda segundo a nota, na quarta-feira o toque de recolher era para toda a região do Ipiranga e que “as escolas já dispensaram seus alunos e os ônibus estavam sendo recolhidos as garagens”.

Governo
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), avisou, também na quarta-feira, que se os criminosos enfrentarem a policia irão “levar a pior”. Ainda de acordo com o governador, a polícia, que reforçou o patrulhamento em razão dos atentados, não irá “retroceder um milímetro”.

— A Polícia não vai retroceder um milímetro. Já tem gente presa e todos serão presos. E se enfrentar a polícia, vai levar a pior.