Islamabad,
9 dez (Prensa Latina) Paquistão e Rússia assinaram um acordo
multimilionário para construir um gasoduto marinho que unirá o Irã com
este país e a Índia, pese à dura oposição dos Estados Unidos, revelaram
hoje fontes oficiais.
Servidores públicos paquistaneses explicaram ao jornal The Express
Tribune que Islamabad e Moscou estão prontos para rubricar o documento
em algumas semanas.
O projeto recebeu luz verde durante a recente visita do primeiro-ministro paquistanês, Shahid Khaqan Abbasi, ao país euroasiático.
Este acordo comercial abririam uma nova via para as relações diplomáticas entre Rússia e Paquistão, sublinhou ao jornal um alto servidor público do governo.
Moscou realizou grandes investimentos em campos de gás no Irã e tem como meta exportar esse recurso a esta nação e à Índia.
The Express Tribune destaca que a política do presidente estadunidense, Donald Trump, é lhe outorgar esse papel regional a Nova Delhi, uma postura recusada por Islamabad, que mantém com seu vizinho um velho conflito pela região de Cachemira. A Índia fez parte do projeto, mas depois de assinar um acordo nuclear civil com Washington aparentemente abandonou o mesmo pela insistência da Casa Branca, precisa o rotativo.
No entanto, agrega, o gigante sul-asiático mostrou, outra vez, seu interesse na iniciativa, que vê como uma forma de assegurar recursos energéticos vitais para sua economia.
Em 2015 Paquistão e Rússia assinaram um acordo para a construção de um gasoduto de 1 100 quilômetros que unirá as cidades de Lahore e Karachi.
Segundo o pacto, Moscou investirá dois bilhão de dólares no projeto, cuja primeira fase concluirá neste mês.
O encanamento terá uma capacidade para transportar 12,4 bilhão de pés cúbicos de gás ao ano e ligará os terminais desse combustível de ambas as cidades.
O gasoduto será operado por RT-Global Resources, a empresa executora do mesmo durante 25 anos, período durante o qual recuperará os investimentos e obterá benefícios. Depois dessa data o encanamento passará ao governo de Paquistão.
Antigos rivais durante a Guerra Fria, Paquistão e Rússia melhoraram notavelmente suas relações nos últimos anos.
Fonte: Prensa Latina
agp/rob/cvl/cc/gdc
O projeto recebeu luz verde durante a recente visita do primeiro-ministro paquistanês, Shahid Khaqan Abbasi, ao país euroasiático.
Este acordo comercial abririam uma nova via para as relações diplomáticas entre Rússia e Paquistão, sublinhou ao jornal um alto servidor público do governo.
Moscou realizou grandes investimentos em campos de gás no Irã e tem como meta exportar esse recurso a esta nação e à Índia.
The Express Tribune destaca que a política do presidente estadunidense, Donald Trump, é lhe outorgar esse papel regional a Nova Delhi, uma postura recusada por Islamabad, que mantém com seu vizinho um velho conflito pela região de Cachemira. A Índia fez parte do projeto, mas depois de assinar um acordo nuclear civil com Washington aparentemente abandonou o mesmo pela insistência da Casa Branca, precisa o rotativo.
No entanto, agrega, o gigante sul-asiático mostrou, outra vez, seu interesse na iniciativa, que vê como uma forma de assegurar recursos energéticos vitais para sua economia.
Em 2015 Paquistão e Rússia assinaram um acordo para a construção de um gasoduto de 1 100 quilômetros que unirá as cidades de Lahore e Karachi.
Segundo o pacto, Moscou investirá dois bilhão de dólares no projeto, cuja primeira fase concluirá neste mês.
O encanamento terá uma capacidade para transportar 12,4 bilhão de pés cúbicos de gás ao ano e ligará os terminais desse combustível de ambas as cidades.
O gasoduto será operado por RT-Global Resources, a empresa executora do mesmo durante 25 anos, período durante o qual recuperará os investimentos e obterá benefícios. Depois dessa data o encanamento passará ao governo de Paquistão.
Antigos rivais durante a Guerra Fria, Paquistão e Rússia melhoraram notavelmente suas relações nos últimos anos.
Fonte: Prensa Latina
agp/rob/cvl/cc/gdc
Washington,
8 dez (Prensa Latina) O presidente estadunidense, Donald Trump, chamou
ontem o apoio ao candidato republicano ao Senado pelo Alabama, Roy
Moore, durante um comício de campanha celebrado na cidade de Pensacola,
Flórida.
Buenos
Aires, 14 nov (Prensa Latina) O argentino Diego Montón, membro da
Coordenadora Latino-americana de Organizações do Campo Via Campesina,
será uma das vozes que representará seu país na Jornada Continental pela
Democracia e contra o Neoliberalismo no Uruguai.
Pretória,
14 nov (Prensa Latina) A imprensa sul-africana informou hoje sobre o
avanço de quatro tanques para Harare, pouco depois que as Forças Armadas
do Zimbábue anunciaram estar prontas para frear ações do presidente
Robert Mugabe que ameaçam o país.