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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Chomsky, Galeano e Zizek associam-se ao manifesto de apoio ao Podemos


Documento diz que ante a paisagem desoladora que as políticas de austeridade desenharam para o sul da Europa, é acalentador que surjam novas alternativas.


Esquerda.Net
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Noam Chomsky, Eduardo Galeano, Naomi Klein, Antonio Negri e Slavoj Zizek figuram entre os 36 intelectuais que subscrevem o manifesto “Apoio Internacional ao Podemos”. Os subscritores do documento frisam que “ante a paisagem desoladora que as políticas de austeridade desenharam para o sul da Europa, é acalentador que surjam novas alternativas dispostas a batalhar pela democracia, direitos sociais e soberania popular”.

No manifesto “Apoio Internacional ao Podemos”, datado de 12 de junho, os 36 intelectuais celebram “a irrupção em Espanha da iniciativa política 'Podemos', que obteve em escassos meses de existência um impressionante apoio popular ao conseguir 8% dos votos, convertendo-se na terceira força política em 23 das 40 cidades principais do país”.

“Ante a paisagem desoladora que as políticas de austeridade desenharam para o sul da Europa, é acalentador que surjam novas alternativas dispostas a batalhar pela democracia, direitos sociais e soberania popular”, avançam, sublinhando que “estas alternativas tentam, ao mesmo tempo, fazer política de uma forma nova, para além da chantagem que condena estes países a dependerem das políticas ditadas pelas elites políticas e financeiras da União Europeia”.

O Podemos “soube recolher a herança do ciclo de mobilizações populares” que, desde 2011, surgiu para “reivindicar uma democracia realmente digna desse nome”.

Segundo os subscritores do documento, o Podemos “soube recolher a herança do ciclo de mobilizações populares” que, desde 2011, surgiu para “reivindicar uma democracia realmente digna desse nome”. “Fê-lo ao fomentar a participação política da cidadania através de umas eleições primárias abertas e a redação de um programa colaborativo, graças à constituição de círculos de apoio e assembleias populares e, por outro lado, fá-lo renunciando financiar-se mediante empréstimos bancários, publicando no site (podemos.info) a sua contabilidade completa, e adotando um compromisso firme com a revogabilidade dos cargos e a limitação de mandatos, privilégios e salários”, referem.

No manifesto é também enfatizado que “o programa político de Podemos, elaborado de maneira participativa por milhares de cidadãos, foi capaz de materializar o anseio compartilhado por milhões de pessoas de todo mundo num projeto político concreto: uma rutura com a lógica neoliberal do austericídio e a ditadura da dívida; uma partilha equitativa do trabalho e da riqueza; uma democratização de todas as instâncias da vida pública; a defesa dos direitos sociais e os serviços públicos, e o fim da corrupção e da impunidade com as quais o sonho europeu de igualdade, liberdade e fraternidade degenerou no pesadelo de uma sociedade injusta, desigual, oligárquica e cínica”.

Perante o avanço da xenofobia e do fascismo, os intelectuais esperam que “a esperança que germinou com o Podemos se estenda a todos os países.

Perante o avanço da xenofobia e do fascismo, os intelectuais esperam que “a esperança que germinou com o Podemos se estenda a todos os países: a resistência de um povo que se nega a aceitar a sua submissão passiva e reclama para si esse poder que, em essência, é somente seu: a democracia, a capacidade de decidir tudo sobre o que é de todos”.

O documento é subscrito por Gilbert Achcar; Jorge Alemán; Cinzia Arruzza; Étienne Balibar; Brenna Bhandar; Paula Biglieri; Bruno Bosteels; Wendy Brown; Hisham Bustani; Judith Butler; Fathi Chamkhi; Noam Chomsky; Giuseppe Cocco; Mike Davis; Erri De Luca; Pierre Dardot; Costas Douzinas; Eduardo Galeano; Michael Hardt; Sreko Horvat; Robert Hullot-Kentor; Sadri Khiari; Naomi Klein; Christian Laval; Chantal Mouffe; Aristeidis Mpaltas; Yasser Munif; Antonio Negri; Simon Pinet; Jacques Rancière; Leticia Sabsay; Mixalis Spourdalakis; Nicos Theotocas; Alberto Toscano; Raul Zelik; Slavoj Zizek.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Ventos da Guerra Fria ocidental aquecem arsenais russos


Moscou (Prensa Latina) O presidente Vladimir Putin reiterou que a Rússia fortificará suas Tropas de Foguetes Estratégicos (TCE) em 2014 com 22 mísseis balísticos intercontinentais (MBI) de localização terrestre.
Durante uma reunião dedicada ao desenvolvimento destas forças, o mandatário ratificou que o principal componente dos efetivos estratégicos nucleares seguirá tendo respaldo prioritário no futuro.

Putin advertiu que as TCE devem ser capazes de superar qualquer sistema de defesa antimísseis, tanto atual como perspectivo.

De acordo com esta indicação, o ministro das Finanças da Rússia, Antón Siluanov, apresentou no Senado um anteprojeto de orçamentos que para 2014 e para o biênio 2015-2016 prevê aumentar as despesas de defesa em mais de 18 por cento.

Para 2014, o parágrafo defensivo compreende uma despesa em rublos equivalente a 40 bilhões de dólares, 18,4 pontos percentuais mais que em 2013, confirma um relatório do Comitê de Defesa da Duma estatal (câmara baixa parlamentar).

A proposta para 2014 em matéria de despesas de defesa representa 17,8 por cento em relação a todo o orçamento, deve crescer a 19,7 pontos percentuais em 2015 e chegar até 20,6 pontos percentuais em 2016, foi reportado.

Para preservar a paridade dissuasória nuclear com os Estados Unidos e seus aliados da OTAN, Moscou operará um aumento de 58 por cento no triênio, e de 29,3 bilhões de rublos dedicado a esta esfera em 2013, passará a mais de 1.500 em 2016.

Esta escalada corresponde com o programa esboçado pelo presidente Putin na Reunião Internacional de Segurança de Munich, em 2007, onde advertiu que a Rússia iniciaria um rearmamento ante a expansão da OTAN para as proximidades de suas fronteiras.

Alertou então o mandatário contra o perigo que a Rússia via no sistema de defesa antimísseis dos Estados Unidos na Europa, e advertiu que se não recebesse garantias jurídicas de cumprimento obrigatório de que não se dirigia contra Moscou, daria uma resposta adequada.

A ausência dessa resposta e a continuidade da expansão das forças da OTAN para o leste europeu estimularam o desenho de um plano de modernização das Forças Armadas até 2020.

Como parte desse programa, a Rússia já igualou aos Estados Unidos na criação de armamento hipersônico, segundo assegurou em entrevista televisionada o vice-primeiro- ministro Dmitri Rogozin, supervisor governamental da indústria nacional de defesa.

O incremento das ameaças norte-atlânticas no Mar Negro e do Báltico, e a presidência na Ucrânia do oligarca Pioter Poroshenko, que faz questão de estabelecer uma nova aliança castrense com os Estados Unidos e a OTAN, evidenciam o caminho que se impõe ao Kremlin.

Putin reafirmou que as TCE continuarão recebendo sistemas de localização inovadores em silos e em plataformas móveis.

EXERCÍCIOS EM 2014

No meio das ameaças que a Rússia percebe da contraparte ocidental, a 1 de junho do ano em curso as Forças de Defesa Aeroespacial começaram os treinamentos estivais que concluirão no final do outono, segundo o coronel Alexei Zolotujin, porta-voz da pasta da Defesa.

Durante o semestre, os efetivos deste corpo armado deverão realizar 15 exercícios que o oficial qualificou de importantes em declarações à agência de notícias Novosti.

Prevê-se realizarem mais de 10 manobras e treinamentos de comando e controle, bem como exercícios práticos com tiro real no polígono Ashuluk (província de Astracán) com a participação de sistemas antimísseis S-400 Triunf e complexos antiaéreos de canhão-míssil Panrsir-S.

Zolotujin enfatizou em que uma prioridade incondicional é a realização do calendário de lançamentos de vetores espaciais militares e de uso duplo, da mesma forma que de foguetes balísticos intercontinentais.

O general Víctor Yesin, ex-chefe do Estado Maior das Tropas de Mísseis Estratégicos de Rússia (TME), por sua vez, descartou que um míssil modernizado como o denominado RS-26 viole o tratado russo-norte-americano para a eliminação de projéteis de médio e curto alcance.

Moscou notificou por sua vez à contraparte estadunidense comprometida no Tratado de Redução de Armas Estratégicas (START-3, em inglês) sobre os trabalhos de modernização do foguete intercontinental RS-24, assegurou o especialista.

Em declarações a meios de imprensa russos, o coronel geral (retirado) explicou que em sua nova versão o projétil recebe a denominação de RS-26.

Fez-se uma demonstração à contraparte norte-americana com 6.300 quilômetros no polígono de Kura, em Kamchatka, sustentou.

Participante na redação do START-3, Yesin explicou que os Estados Unidos investe grandes recursos na criação de armamentos hipersônicos (de velocidade cinco vezes superior à do som), mas indicou que a Rússia não está desatualizada a este respeito.

*Corresponsável da Prensa Latina na Rússia.

terça-feira, 10 de junho de 2014

O regime de Kiev não é “oficialmente” um governo neo-nazi


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Há “ultra-conservadores” no governo de Kiev mas “eles não são neo-nazis”. Segundo a mídia do ocidente, é tudo parte de “uma implacável ofensiva de propaganda do Kremlin que utiliza expressões e imagens da II Guerra Mundial”.
As mídias alternativas, contudo, têm reconhecido que o regime de Kiev é “uma coligação frouxa de centro-direita” integrada por dois partidos neo-nazis (Svoboda e Right Sector) “mas não é um governo neo-nazi”. Tanto o Svoboda como o Right Sector exibem emblemas nazis.
Será ela uma coligação frouxa? Se um governo exibe oficialmente emblemas nazis será que isso não sugere que o governo está comprometido com a ideologia nazi?
Quando o regime de Kiev exibe “oficialmente” emblemas nazis para identificar entidades do seu aparelho de segurança nacional e militar qualquer um normalmente supõe que seja de um governo neo-nazi. 
Abaixo está o emblema nazi da Guarda Nacional, a qual é definida como Reservas das Forças Armadas Ucranianas. Elas operam sob a jurisdição do Ministério da Administração Interna. A Guarda Nacional faz parte das chamadas “Tropas internas da Ucrânia”. O emblema é uma suástica estilizada (ver abaixo).


Imagine o que aconteceria se a National Guard dos EUA exibisse símbolos como a suástica.
É significativo que a Guarda Nacional da Ucrânia seja financiada directamente pela administração Obama, tendo em vista proteger o estilo de democracia americana na Ucrânia.
O público americano desconhece que o governo dos EUA está a canalizar apoio financeiro, armas e treino a uma entidade neo-nazi.
Ninguém na América sabe acerca disto porque as palavras neo-nazi e fascista são um tabu em relação à Ucrânia. Eles excluíram-nas do léxico da reportagem de investigação.
Outra entidade – que faz parte da Guarda Nacional da Ucrânia – é o Batalhão Azov . O Batalhão Azov – que ostenta o emblema nazi da SS (ver imagem) – é descrito pelo regime de Kiev como “um batalhão voluntário de defesa territorial”. É um batalhão da Guarda Nacional sob a jurisdição do Ministério da Administração Interna. Baseado oficialmente em Berdyank, no Mar de Azov, foi formado pelo regime para combater a oposição insurgente na Ucrânia do Leste e do Sul. É também financiado pela administração dos EUA.


Esta milícia que porta o emblema SS nazi é patrocinada pelo Ministério da Administração Interna da Ucrânia, o equivalente ao Department of Homeland Security dos EUA.
É tudo para uma boa causa. A democracia está no fim do jogo.
Segundo o New York Times, “Os Estados Unidos e a União Europeia abraçaram a revolução aqui como outra “florescência de democracia, um golpe no autoritarismo e na cleptocracia no interior do antigo espaço soviético”. (NYTimes.com , March 1, 2014).
Não é preciso dizer que o “apoio” à formação de uma governo na Ucrânia com “tendências neo-nazis” de modo algum implica o desenvolvimento de “tendências fascistas” dentro da Casa Branca, do Departamento de Estado e do Congresso dos EUA.

Imagens seleccionadas de “combatentes da liberdade” do Batalhão Azov:


     
     
     
     
     
Fonte das imagens: news.pn/en/public/104475
O original encontra-se em www.globalresearch.ca/…
Este artigo foi traduzido em português por http://resistir.info/ 

Você está preparado para a guerra nuclear?




bombe nucléaire
Preste bem atenção à coluna de convidados de Steven Starr “A letalidade das armas nucleares”:
http://www.paulcraigroberts.org/2014/05/30/lethality-nuclear-weapons/ Washington pensa que a guerra nuclear pode ser ganha e planeja um primeiro ataque nuclear contra a Rússia, e talvez contra a China como forma de prevenção a qualquer desafio a sua dominância mundial.
Esse plano já está num estado bem avançado enquanto a implementação do mesmo também já está em curso. Como eu relatei anteriormente a doutrina estratégica americana foi modificada, e o papél dos mísseis nucleares foi elevado de um papél de retaliação a um papél ofensivo de primeiro ataque.  Bases de mísseis antibalísticos (MAB) foram estabelecidas na Polônia nas fronteiras com a Rússia, enquanto outras bases foram sendo projetadas. Quando tudo  estiver completo, a Rússia estará completamente cercada por bases militares americanas de mísseis antibalísticos, MAB.
Os mísseis antibalísticos, conhecidos também como a “guerra das estrelas”, são armas feitas para interceptar e destruir os mísses balísticos inter-continentais, ou seja os mísseis de longa distância, (ICBM na sigla inglêsa). Na doutrina de guerra de Washington, os Estados Unidos atacariam a Rússia com um primeiro ataque, e qualquer que fosse a força retaliatória ainda disponível da Rússia, essas seriam impedidas de alcançar os Estados Unidos pela proteção dos mísseis antibalísticos, MAB.
A razão dada por Washington para mudar a sua doutrina de guerra foi a possibilidade de que terroristas pudessem vir a obter armas nucleares com as quais pudessem vir a destruir uma cidade norteamericana. Uma tal explicação não faz nenhum sentido. Quanto a terroristas trata-se de indivíduos, ou um grupo de indivíduos,  não de um país com um poder militar ameaçador. Usar armas nucleares contra terroristas iria destruir muito mais que os próprios terroristas, e seria inútil na medida em que um ataque por mísseis convencionais, carregados por um drone, seria o suficiente.
A razão dada por Washington para as bases dos mísseis antibalísticos, MAB, na Polônia seria a proteção da Europa contra MBIC, mísseis balísticos inter-continentais, do Irã. Washington e os governos europeus sabem muito bem que Irã não tem nenhum MBIC, e que esse país nunca apresentou a mínima intenção de atacar a Europa.
Nenhum governo acredita nas razões invocadas por Washington. Cada um deles compreende que as razões de Washington não são mais que pequenas tentativas de disfarçar o fato de que eles estão a caminho de criar uma capacidade, de fato consumado,  que os permita ganhar uma guerra nuclear.
O governo russo compreende que a mudança da doutrina de guerra americana, e a construção de bases de mísseis antibalísticos nas suas fronteiras, são dirigidas mesmo é contra a Rússia, e que essa seria uma clara indicação de que Washington estaria planejando um ataque ofensivo contra a Rússia, e isso com armas nucleares.
A China também já compreendeu que as intenções de Washington contra ela são as mesmas. Como eu relatei a vários mêses atrás, em resposta as ameaças de Washington a China então tinha chamado a atenção do mundo quanto a sua capacidade de destruir os Estados Unidos, no caso de Washington iniciar um tal conflito.
De qualquer modo, Washington acredita que ele poderá ganhar uma guerra nuclear, com pouco ou nenhum dano, para os Estados Unidos. Essa crença faz com que uma guerra nuclear apresente-se como provável.
Como Steven Starr deixou bem claro, essa crença baseia-se na ignorância. Uma guerra nuclear não dá a vitória a ninguém. Mesmo se as cidades americanas pudessem ser salvas de um ataque retaliatório da Rússia ou da China pelos mísseis antibalísticos, os efeitos da radiação e do inverno nuclear que viria depois de uma tal colisão com a Rússia ou China iria destruir os Estados Unidos também.
A mídia, que foi convenientemente concentrada em poucas mãos durante o corrúpto governo de Clinton, é cúmplice por ignorar a questão. Os governos dos países subjugados por  Washington, tanto na Europa ocidental como na Europa do Leste, assim como os do Canadá, da Austrália e do Japão também são cúmplices, porque aceitam os planos de Washington e fornecem as suas bases militares para a realização desses planos. O governo da Polônia, do qual já não há duvidas quanto a insanidade mental, já terá provavelmente assinado a autorização de morte da humanidade, por procuração. O congresso dos Estados Unidos também é cúmplice, porque nenhuma investigação está sendo feita a respeito dos planos do poder executivo de iniciar uma guerra nuclear.
Washinton criou uma situação muito perigosa. A Rússia e a China estando claramente ameaçadas por um ataque nuclear poderiam muito bem atacar primeiro. Porque deveriam sentar e esperar passivamente o inevitável enquanto seus adversários constroem uma capacidade de proteger a si mesmos através dos mísseis antibalísticos? Uma vez que esse sistema esteja concluído, a Rússia e a China podem estar certas de que serão atacadas, ao menos que se entreguem incondicionalmente de antemão.
Essa reportagem de 10 minutos aqui abaixo vem da Russia Today, RT. Ela esclarece que o plano secreto de Washington para um primeiro ataque ofensivo contra a Rússia não é na realidade uma coisa secreta. Essa reportagem também esclarece que Washington está se preparando para poder eliminar qualquer líder político europeu que não se alinhe com Washington .http://rt.com/shows/the-truthseeker/162864-us-plans-strike-russia/  A transcrição foi encaminhada pela  Global Research :http://www.globalresearch.ca/us-plans-first-strike-attack-on-russia-or-china/5384799
Os leitores poderiam me perguntar. “Mas o que poderemos fazer?” Aqui está o que poderia ser feito. Você poderia por um fim ao ministério da propaganda não assistindo  Fox News, CNN, BBC, ABC, NBC e CBS. Você poderia se recusr a ler o New York Times, o Washington Post e LA Times. Deixe simplesmente de lado toda a mídia oficial. Não acredite numa palavra dita pelo governo. Não vote.
Compreenda que o problema, o mal, está concentrado em Washington. Nesse século XXI (treze anos e meio), Washington já destruiu em parte, ou completamente, 7 países. Milhões de pessoas foram assassinadas, aleijadas e deslocadas. Washington não mostrou até agora absolutamente nenhum remorso que fosse quanto a isso, e tampouco o fizeram as igrejas “cristãs”. A devastação inflingida por Washington é apresentada como um grande sucesso.
Washington prevaleceu até aqui e está determinado a se manter em dominância enquanto a perversidade, a desgraça, e o mau absoluto que Washington representa dirige o mundo à destruição.
Paul Craig Roberts
Artigo original : Are You Ready for Nuclear War ? – de 3 junho de 2014
Traduzido por Anna Malm, artigospoliticos.wordpress.com, para Mondialisation.ca