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domingo, 3 de fevereiro de 2019

RPDC chama a acelerar a construção da civilização socialista

"A construção da civilização socialista é um tarefa importante para formar todos os habitantes como protagonistas da construção socialista dotados de ricos conhecimentos e alto nível cultural e assegurar-lhes as condições e ambiente de vida acomodada e culta."

Adianta o diário Rodong Sinmun no editorial publicado este sábado e continua:
"Atualmente, quando a República Popular Democrática da Coreia ocupa a posição de potência política e militar, a civilização socialista se apresenta como uma tarefa apremiante ao igual que a construção econômica.
O atalho da construção da potência socialista está em abrir a era dourada em todos os aspectos da construção cultural como a educação, saúde pública, literatura e arte e esportes.
Hoje em dia, a RPDC ostenta sua dignidade de único país que resolveu o problema fundamental para a construção de um Estado próspero e independente.
A civilização socialista significa o desenvolvimento da RPDC e a vitalidade do socialismo.
Quando todas as  esferas de cultura desde os traços espirituais e morais das pessoas até suas vestimentas e culinária alcancem o nível desejado pelo partido, se centuplicarão o orgulho e dignidade do povo coreano de viver em sua grande pátria e será manifestada plenamente a superioridade e o poderio do socialismo ao estilo coreano.
Temos a nobre tradição e grandes potencialidades para acelerar a toda velocidade a construção da civilização socialista.
Devemos a por em pleno jogo para converter a pátria em um paraíso socialista invejado por todo o mundo."
Da KCNA Tradução de A Voz do Povo de 45

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Os comunistas e a pornografia

Publicado no Jornal A PÁTRIA


A pornografia é uma das indústrias mais prósperas da atualidade, com lucro anual que chega a cerca de R$ 100 bilhões. Dominando 30% de todo o tráfego na internet, a pornografia é bastante popular entre os jovens, sendo o Brasil um dos maiores consumidores desse ramo no mundo.
A maior empresa de pornografia do mundo se chama Mindgeek, com sede em Luxemburgo. Essa empresa, que possui o monopólio da pornografia, é dona de praticamente todos sites dessa área e já recebeu inclusive investimento de grandes instituições do ramo financeiro para a compra desses sites. O capital financeiro não investe em algo que não vai dar retorno. O sistema capitalista transforma tudo em mercadoria, tudo pode ser comprado e vendido, até a nossa sexualidade e nossas emoções. Ter poder econômico implica em poder ideológico e social. E a classe parasita da nossa sociedade, os ricos, não pensam duas vezes na hora de criar mecanismos para prejudicar os trabalhadores.
A pornografia causa dependência e, de acordo com alguns estudos, seu vício é parecido com o proporcionado por algumas substâncias químicas. A excitação no momento em que se assiste os vídeos ativa no cérebro uma área que “recompensa” o prazer, fazendo com que o usuário procure mais e mais vídeos, chegando num momento em que essas imagens não causam mais efeito, o que leva a procura de “novidades”, vídeos mais extremos, como cenas reais de estupro e até pedofilia. Além disso, a pornografia também está relacionada a disfunção erétil, depressão, ansiedade e outros problemas psicológicos. A lista de problemas causados pela pornografia é extensa.
Como toda grande indústria, ela está difundida em nossa sociedade, em nossa cultura, nossos hábitos e pensamentos. Podemos afirmar que a nossa cultura está completamente pornificada. Cenas de sexo explícito em novelas e filmes, músicas com conteúdo pornográfico, coreografias que simulam atos sexuais, propagandas com teor sexualizado, entre outros exemplos nos mostram como a indústria pornográfica se naturalizou em nossa vida. O que antes era considerado como pornô, hoje faz parte da cultura pop, enquanto que a pornografia atual se consolida explorando os limites da degradação e da violência.
Efeitos da pornografia para juventude
Tendo seu principal público os adolescentes do sexo masculino, eles crescem consumindo esse tipo de conteúdo e sua sexualidade acaba sendo formada por esses vídeos, criando uma geração de jovens sem noção de consentimento, de respeito aos limites de cada corpo, de sexo saudável e de empatia pelas mulheres.
A pornografia cria na cabeça desses jovens uma noção de sexo totalmente doentia, atrapalhando as relações entre os gêneros como um todo, afinal, para eles as mulheres não passam de objeto sexual. As meninas, apesar de consumirem menos, também são afetadas por isso. Elas crescem acreditando que o sexo serve para o prazer masculino e que o seu valor nessa sociedade se baseia no quão atraente sexualmente elas estão aos olhos dos homens.
Para Gail Dines, “A realidade é que as mulheres não precisam assistir pornografia para serem profundamente afetadas por ela, porque imagens, representações e mensagens de pornografia agora são entregues às mulheres via cultura pop. As mulheres de hoje ainda não são grandes consumidoras de pornografia hardcore; elas estão, no entanto, quer saibam quer não, internalizando a ideologia pornográfica, uma ideologia que muitas vezes se disfarça de conselho sobre como ser gostosa, rebelde e legal para atrair e segurar um homem. (…) Mas o que é diferente hoje não é apenas a hipersexualização da imagem, mas também o grau em que essas imagens se sobrepuseram e excluíram quaisquer imagens alternativas de ser mulher”.
Cresce nelas a frustração de não corresponder aos padrões de beleza impostos pela sociedade, a sensação de nunca serem suficientes para seus companheiros e as torna vítimas de diversas formas de assédio e agressões sexuais, situação comprovada por estudos que mostram uma relação entre consumo de pornografia e o aumento de casos de estupro.
A posição dos comunistas
A pornografia é indefensável. Ela está inserida dentro da crise sexual que vive a sociedade capitalista. Segundo Alexandra Kollontai, “Não é a primeira vez que a humanidade atravessa um período de aguda crise sexual. Não é a primeira vez que as aparentemente firmes e claras prescrições da moral cotidiana, no domínio da união sexual, são destruídas pelo afluxo de novos ideais sociais. A humanidade passou por uma época de crise sexual verdadeiramente aguda durante os períodos do Renascimento e da Reforma, no momento em que uma formidável modificação social relegava a segundo plano a aristocracia feudal, orgulhosa de sua nobreza, acostumada a dominar sem limitações, e em seu lugar emergia uma nova força social, a burguesia ascendente, que crescia e se desenvolvia cada vez mais, com maior impulso e poder”.
Ainda no mesmo texto, ela afirma que “a burguesia, com sua ideologia individualista, será substituída por outra classe, por um novo grupo social… essa classe ascendente vanguardista não pode deixar de conter no seu âmago embriões das novas relações entre os sexos estreitamente ligadas às suas tarefas sociais e de classe”.
A crise sexual que vivemos faz parte da crise do capitalismo como um todo. De um lado, a burguesia tenta salvar o seu modelo de família e de relações entre homens e mulheres (como, por exemplo, garantindo alguns direitos de propriedade aos casais homossexuais ao mesmo tempo que inflama a LGBTfobia no seio da classe trabalhadora) e do outro temos os trabalhadores, que enquanto classe revolucionária desenvolve em seu íntimo as novas formas de relações sociais que irão predominar na sociedade futura.
Utilizando ainda o exemplo do casamento, enquanto que para a burguesia é interessante que seja indissolúvel para garantir a segurança da propriedade privada, para a classe trabalhadora o ideal é que as uniões sejam livres e baseadas no amor e no companheirismo. De fato, entre a classe trabalhadora, os casamentos são informais e por mais que exista uma dependência financeira da mulher trabalhadora ao seu marido, dificilmente o relacionamento vai começar por motivação exclusivamente econômica.
A construção da sociedade socialista passa pela consolidação dessas novas formas de se relacionar, como disse Kollontai, “Entre as múltiplas ideias fundamentais que a classe trabalhadora deve levar em conta em sua luta para a conquista da sociedade futura, deve estar, necessariamente, o estabelecimento de relações sexuais mais sadias e que, portanto, tornem a humanidade mais feliz”.
A pornografia aparece como o instrumento ideal para mercantilizar nossa sexualidade, gerar lucro para os capitalistas e para embrutecer a classe trabalhadora. A visão de mundo dos ricos, que não tem empatia, compaixão ou qualquer sentimento humano pelo outro, coloca nessa indústria tudo aquilo que pensa sobre as mulheres, os negros, os LGBTs, enfim, o povo como um todo.
O machismo, enquanto estruturante da nossa sociedade, é uma das principais armas do capitalismo para desunir os trabalhadores e é por isso que são eles, os homens trabalhadores, os destinatários do bombardeio da pornografia em suas diversas formas de manifestação. A burguesia precisa educar os homens trabalhadores para serem agressores, para que controlem suas esposas, mantendo ambos distante de sua tarefa revolucionária. As músicas populares, por exemplo, nas últimas décadas foram reformuladas pelo gênero “ostentação” em que o seu conteúdo faz referências a atividades sexuais e ao consumismo exacerbado, e não é por acaso. Não há espaço vazio para a doutrinação ideológica da burguesia.
Há quem diga que a pornografia envolve apenas a imaginação e que é inofensiva ou que a pornificação da cultura seja exagero moralista, numa tentativa de dar uma desculpa a si mesmo pelo consumo, mas estamos tratando de um problema real que envolve tanto a saúde física e mental do nosso povo como também de uma ofensiva ideológica da burguesia contra a nossa classe.
A desumanização da mulher, a sua opressão existe porque a mulher tem uma exploração específica dentro da sociedade capitalista, que é o trabalho reprodutivo. Dentro desse trabalho reprodutivo está incluído também as relações sexuais, pois dar prazer ao homem é um dos comportamentos esperados das mulheres. Silvia Federici diz que “a principal razão pela qual não podemos desfrutar do sexo é que, para as mulheres, o sexo é trabalho; dar prazer faz parte do que se espera de toda mulher. Liberdade sexual não ajuda. Certamente é importante não ser apedrejada até a morte se formos ‘infiéis’ ou se descobrirem que não somos virgens. Mas liberdade sexual significa mais trabalho. No passado, esperavam que criássemos filhos. Agora esperam que façamos um trabalho assalariado, ainda limpemos a casa e tenhamos filhos e, no final de um dia de trabalho duplo, estaremos prontas para pular na cama e ser sexualmente atraentes”.
O capitalista vê as pessoas como coisas, vazias de sentimento, de humanidade. Ele, na posição de explorador, dá início a várias ofensivas ideológicas na tentativa de manter esse sistema de exploração e opressão em pé. E é por isso que a pornografia deve ser combatida dentro das fileiras comunistas.
Forjar a mulher e o homem novo
Para Che Guevara, ser comunista “Quer dizer: apresenta-se a todo jovem comunista a tarefa de ser essencialmente humano, ser tão humano que se aproxime ao melhor do humano, purificar o melhor do homem por meio do trabalho, do estudo, do exercício de solidariedade continuada com o povo e com todos os povos do mundo, desenvolver ao máximo a sensibilidade até se sentir angustiado quando um homem é assassinado em qualquer canto do mundo e para se sentir entusiasmado quando em algum canto do mundo se alça uma nova bandeira de liberdade”.
O consumo da pornografia afasta e insensibiliza o comunista de seus companheiros, especialmente de suas companheiras e atrapalha a formação da mulher e do homem novo numa moral proletária e revolucionária. Precisamos colocar a construção do comunismo em todas as esferas da nossa vida, como disse Krupskaya, “Devemos tentar ligar nossas vidas pessoais com a causa pela qual lutamos, com a causa da construção do comunismo”.
Para isto, temos que nos manter atentos e vigilantes as nossas ações, manter constante a luta política dentro de nós. A sexualidade, numa sociedade machista e patriarcal como a nossa, é uma ferramenta de opressão e nesse campo também devemos estar atentos. O camarada Lenin já falou que “Na vida sexual se manifesta não só aquilo que deriva da natureza, mas também o que nos dá a cultura, quer se trate de coisas elevadas ou inferiores”. Ele fala ainda que “O comunismo deve trazer não o ascetismo, mas a alegria de viver e o bem-estar físico, devidos também, à plenitude do amor. Penso que o excesso que se observa hoje, na vida sexual não produz nem a alegria de viver nem o bem-estar físico, mas, pelo contrário, os diminuem. Ora, em épocas revolucionárias isto, é mau, muito mau”.
Transformar uma sociedade não é uma tarefa fácil, mas a história nos mostra que não é impossível. Não temos nada a perder, mas a certeza da vitória só vem com dedicação. Construir uma nova vida para o nosso povo envolve observar no seio dessa nova sociedade os padrões de relacionamento que são típicos dos trabalhadores e os que são impostos pela burguesia para nos prejudicar. Os excessos na vida sexual, como o consumo de pornografia, se apresentam como uma das armas do capitalismo para embrutecer, neutralizar e adoecer a nossa juventude.
Ser contra a pornografia não é ser contra a liberdade sexual (que é assunto pra outro texto) ou de uma visão socialista “ultrapassada”, como bradam alguns revisionistas. Não se trata de conservadorismo, mas sim de agir com amor. É um sentimento de profundo respeito e amor ao próximo, ao povo e à humanidade que move um comunista e esse sentimento deve estar presente em todos os aspectos da nossa vida, inclusive o mais íntimo, o sexual. “Dominar-se, disciplinar os próprios atos não é escravidão, e é igualmente necessário no amor”.
Ana Carolina, militante da UJR
Fontes:
https://www.marxists.org/portugues/kollontai/1907/mes/fundamentos.htm
https://medium.com/feminismo-com-classe/sexualidade-como-trabalho-de-silvia-federici-c22d412252fe
https://medium.com/alexandra-kollontai/as-rela%C3%A7%C3%B5es-entre-os-sexos-e-a-luta-de-classes-eae03fddcfea
https://www.marxists.org/archive/krupskaya/works/ethics.htm
https://www.marxists.org/portugues/guevara/1962/10/jovem.htm
https://medium.com/anti-pornografia/o-pre%C3%A7o-da-pornografia-652bf7d0939b
https://www.marxists.org/portugues/zetkin/1920/mes/lenin.htm
https://medium.com/anti-pornografia/como-a-pornografia-cria-o-cliente-fe304a3610a8

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Xi e sua esposa reúnem-se com funcionário sênior da RPDC e assistem a performance de arte


2019-01-28 10:47:34丨portuguese.xinhuanet.com
CHINA-BEIJING-XI JINPING-DPRK-ART TROUPE (CN)

(Xinhua/Xie Huanchi)
Beijing, 28 jan (Xinhua) -- Xi Jinping, secretário-geral do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC) e presidente chinês, e sua esposa Peng Liyuan se reuniram neste domingo com Ri Su Yong, funcionário de alto escalão da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), e assistiram a uma performance de artistas da RPDC.
Ri, membro do Birô Político do Comitê Central do Partido de Trabalhadores da Coreia (PTC), vice-presidente do Comitê Central do PTC e diretor do departamento internacional do partido, está liderando uma trupe de arte para visitar a China.
Como uma importante atividade de intercâmbio cultural para implementar o consenso alcançado pelos dois lados e um evento significativo na celebração do 70º aniversário do estabelecimento do relacionamento diplomático China-RPDC, a visita será um grande sucesso para consolidar a amizade entre os dois povos, disse Xi.
Ri estendeu a Xi e sua esposa Peng Liyuan sinceras saudações e melhores votos de Kim Jong Un, presidente do PTC e presidente da Comissão dos Assuntos de Estado da RPDC, e sua esposa Ri Sol Ju.
Xi pediu que Ri transmita cordiais saudações e felicitações a Kim e sua esposa.
O presidente chinês lembrou que ele e Kim chegaram a um importante consenso sobre o desenvolvimento das relações China-RPDC em termos de partido e estado na nova era durante suas quatro reuniões desde 2018.
A China está pronta para trabalhar com a RPDC para implementar o importante consenso alcançado pelos dois lados, de modo a beneficiar melhor os dois povos e contribuir para a paz, a estabilidade, o desenvolvimento e a prosperidade do mundo, afirmou Xi.
Xi disse que o intercâmbio artístico e cultural é um componente importante, único e tradicional nos laços bilaterais. O líder chinês pediu esforços conjuntos na implementação do consenso sobre o fortalecimento de intercâmbios e cooperação em arte e cultura, a fim de consolidar a fundação de boa vontade do povo, transportar a amizade tradicional e promover o desenvolvimento das culturas socialistas respectivas.
Ri expressou sua gratidão a Xi e sua esposa por assistirem à performance.
A visita e a performance de arte representaram os sentimentos profundos de Kim em relação a Xi e a amizade profunda do povo da RPDC com os chineses, disse Ri.
O lado da RPDC implementará seriamente o importante consenso alcançado por Kim e Xi, intensificará a cooperação amistosa e contribuirá para escrever um novo capítulo na amizade RPDC-China, acrescentou ele.
A performance contou com músicas famosas e populares tanto da RPDC quanto da China.
A visita da trupe de arte da RPDC é a convite do Departamento Internacional do Comitê Central do PCC. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Dezenas de milhares se unem à Marcha das Mulheres em Nova York

 2019-01-21 15:23:00丨portuguese.xinhuanet.com

Nova York, 19 jan (Xinhua) -- Enfrentando o vento gelado, dezenas de milhares de pessoas na cidade de Nova York saíram às ruas para participar da Terceira Marcha das Mulheres, no sábado, como parte do evento anual nacional que clama pelos direitos das mulheres e igualdade social em vários aspectos.
Por volta das 11h00 da manhã, uma multidão se reuniu no noroeste de Manhattan antes de marchar para o centro da cidade pela 6ª Avenida. Ao som de tambores, os manifestantes seguravam milhares de cartazes feitos por eles mesmos e gritaram várias palavras de ordem para expressar sua resistência a uma lista crescente de injustiças relacionadas a gênero no país.
"Estou aqui para apoiar as mulheres de agora e as mulheres do futuro", disse Emily Walter, de 17 anos. "Eu sinto que temos muito a fazer, e eu quero fazer deste mundo um mundo melhor para mim e para meus filhos."
Jennifer Edison, uma local, disse que vem marchando por uma legislação de direitos das mulheres há mais de 30 anos. "A maneira pela qual conseguiremos mais poder é legislar os direitos das mulheres nos textos da Constituição", disse ela.
"As mulheres devem poder tomar decisões sobre seus próprios corpos, sem a permissão de ninguém", afirmou Edison quando questionado sobre a questão mais urgente que as mulheres enfrentam no país. "Para todos os gêneros, todas as raças, todas as religiões, nós possuímos nossos corpos."
David, que só deu seu primeiro nome, estava andando com dificuldade com uma muleta no meio da multidão. Ele veio de Londres como turista e decidiu se juntar como uma maneira de apoiar suas amigas que participaram de marchas semelhantes em sua terra natal. "Eu sinto que é importante. Precisamos ter igualdade no mundo, não importa para homens ou mulheres, deficientes ou incapacitados, pessoas de qualquer raça ou cor", disse ele.
Um comício separado também foi realizado na Foley Square, no centro de Manhattan, que atraiu cerca de 1.500 pessoas. A divisão foi causada por acusações anti-semitas contra alguns organizadores originais da marcha.
Em janeiro de 2017, a primeira Marcha das Mulheres aconteceu após a cerimônia de posse do presidente Donald Trump. Tem sido um evento amplamente repetido com mais de 300 "marchas irmãs" realizadas em todo o país e no mundo.