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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Extraterrestres poderão estar mais próximos do que pensamos
Andrei Kisliakov
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© colagem: Voz da Rússia
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Especialistas do Instituto Internacional de Investigação SETI alertam para a aproximação rápida da Terra de três objetos gigantes não identificados, que poderão ser provenientes de outros planetas.
Ainda continuam vivos na memória os filmes do Discovery Channel com declarações chocantes de Stephen
Hawking, um dos mais influentes e conhecidos físicos teóricos. O
cientista e prémio Nobel fez uma declaração sensacional em que disse que
os extraterrestres, muito provavelmente, existem mesmo, implorando à
humanidade não tentar entrar em contato com eles.
Não é a primeira vez que Stephen
Hawking discorre sobre mundos extraterrestres. Ele se tornou famoso
graças ao livro “Breve História do Tempo” sobre a origem do Universo. Na
nova série, Stephen
Hawking declara que existem outras formas de vida em muitos cantos do
Universo mas que os extraterrestres podem simplesmente utilizar a Terra
como fonte de recursos para a conquistar e continuar o seu caminho.
Os
americanos já começaram a estudar o problema da identificação de
criaturas alienígeras, por enquanto só a nível genético. Garry Rafkan,
professor de Genética da Escola de Medicina de Harvard, desenvolveu um
chip capaz de determinar a existência de fragmentos de ADN
extraterrestre. O chip deverá ser utilizado nos equipamentos de
investigação do futuro rover marciano (veículo robótico).
A
poeira do planeta vermelho cairá em uma solução especial que será
submetida a ultrassons para eliminar quaisquer vestígios orgânicos e
depois analisada para detetar a existência de ADN.
Receber os “homenzinhos verdes”
Há
muitas décadas que a Humanidade anda procurando vida extraterrestre. Os
investigadores americanos resolveram, para fundamentar a necessidade
das buscas de seres racionais extraterrestres, utilizar o paradoxo do
conhecido físico Enrico Fermi, ou seja, a contradição entre a grande
probabilidade de existência de vida racional no Universo e a ausência de
sinais visíveis desta existência. O cientista colocou esta pergunta
simples: “Se existem tantas civilizações fora da Terra, onde estão
elas?”.
Os americanos propuseram uma forma de
resolver este paradoxo. Eles estabeleceram que, se partirmos do tempo
médio de vida de uma civilização na nossa galáxia de mil anos (os
habitantes da Terra só enviam sinais de rádio para o cosmos há 100
anos), na Via Láctea podem existir mais de 200 civilizações sem saberem
da existência umas das outras. Os ingleses foram ainda mais longe. Na
Universidade de Edimburgo consideram que na nossa galáxia existem pelo
menos 361 civilizações de seres racionais e que o seu número máximo
poderá atingir 38.000.
Os sucessos na teoria inspiram
não só os cientistas do SETI mas também milhões de voluntários em todo o
mundo, que desde os anos 1960 tentam captar sinais de rádio vindos de
outros mundos.
Em 1977, o radiotelescópio da
Universidade de Ohio recebeu um sinal que demorou cerca de 37 segundos. O
sinal era proveniente da constelação de Sagitário e era o mais potente
dos captados até então. Em 2004, o radiotelescópio em Arecibo (Porto
Rico) transmitiu um sinal que viria a receber o nome de SHGb02+14ª e que
tinha origem numa zona do Universo em que a constelação de Carneiro faz
fronteira com a constelação de Peixes.
Os últimos
dados publicados em 2008 pelos cientistas americanos envolvidos no
Programa de Busca de Civilizações Extraterrestres, podem bem ser
considerados sensacionais. Uma das constelações próximas da Terra pode
ser uma cópia quase perfeita do nosso Sistema Solar nos primórdios de
seu desenvolvimento. Desta forma, não é de excluir que o homem tenha
copiado a certa altura um ser que vivera há milhões de anos em mundos
distantes.
O químico sueco Svante Arrhenius, um dos
primeiros galardoados com o prémio Nobel, no fim do século XIX, avançou a
ideia da Panspermia, segundo a qual a vida na Terra poderia ter sido
trazida do Espaço. A ciência oficial do século XX ignorou esta hipótese.
Mas agora muitos conhecidos físicos teóricos da Europa e da Rússia
estão estudando o problema de a vida na Terra poder ter tido origem em
seres de outros planetas, refutando a teoria “oficial” de que a Terra é o
centro do Universo e que este “gira” à volta do nosso planeta. Na
Rússia, a teoria da origem “não terrena” da vida foi fundamentada por
investigadores do Instituto de Espectroscopia da Academia das Ciências.
Do
ponto de vista filosófico, se pode preconizar que os extraterrestres
queiram prolongar sua vida e transmitir os conhecimentos acumulados.
Para tal, os seres de outros planetas teriam mais vantagem em espalhar
na galáxia centenas de milhares de toneladas de biomoléculas-biocápsulas
de ADN, que contêm toda a informação sobre o tipo de vida a que
pertencem. Um tal tipo de “troca” de informação é vantajoso do ponto de
vista energético. As partículas de ADN enviadas para o Espaço à
velocidade cósmica de dezenas de quilómetros por segundo, são
disseminadas na Galáxia durante alguns milhões de anos – um prazo
“adequado para ser percecionado”. Pelo contrário, um sinal
eletromagnético, que “voa” à velocidade da luz, espalha-se demasiado
depressa e contem bastante menos informação.
Naturalmente
que parte dos “mensageiros” se irá perder: ficará presa no cam po
gravitacional sendo posteriormente queimada, uma parte se destruirá em
resultado de explosões em estrelas supernovas. Mesmo assim, uma parte
pode chegar aos planetas com condições mais favoráveis como a Terra. Se o
planeta for adequado, o sinal biológico não se perderá. Tendo atingido,
por exemplo, água a determinada temperatura, o “sinal” começa se
desenvolvendo. No ADN está concentrada uma informação colossal: 110
unidades de alfabeto genético de três “letras” – os nucleótidos. É
praticamente impossível imaginar todas as possíveis combinações. É assim
que começa a vida. Os especialistas em Genética Molecular afirmam que
só cerca de 5% do ADN humano possuem informação útil. Os outros 95%, a
parte “em excesso”, encerram o mistério da origem da vida, incluindo a
informação útil e necessária para o ulterior desenvolvimento da
Humanidade.
Parece que, tendo alcançado o nível de
desenvolvimento desses seres, nós, humanos, poderíamos levar a cabo a
mesma operação de disseminação da vida para os próximos milhões de anos.
Há
ainda um outro importante testemunho de que a vida na Terra foi trazida
do Espaço. As últimas investigações microbiológicas do Instituto russo
de Medicina Espacial mostram que a vida surge logo que existem as
necessárias condições para tal. Se tivermos em conta que a idade
estabelecida do primeiro gene na Terra é de 3,8 bilhões de anos e que a
idade geológica da Terra é de 4,6 bilhões de anos, vemos que as duas
datas são muito próximas, o que nos torna, a mim e a você, verdadeiros
extraterrestres.
Fonte: ruvr.ru
Ufólogos encontraram OVNI nas imagens de Marte
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O aparelho americano Curiosity não só viajou com sucesso através da paisagem de Marte, mas também fez algumas fotos que causaram uma tempestade de controvérsia pseudo-científica na mídia ocidental.
Alguns
jornalistas afirmam que nas fotos se veem um OVNI. Os pontos flutuando
acima do horizonte marciano realmente podem ser tomados por transportes
alienígenas. Especialmente se passar a fotografia por vários filtros,
como fizeram os ufólogos britânicos.
Os especialistas em óptica têm uma visão diferente. Segundo eles, os pontos são ou ligeiros danos da lente da câmera digital do Curiosity, ou partículas de poeira marciana.
Mercenários são arma da oposição na Síria
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Segundo a mídia estrangeira, no conflito armado na Síria participam mercenários de África, Ásia Central e Oriente Médio. Há ainda informações sobre a alegada participação de combatentes oriundos da Chechênia, cujo presidente, no entanto, refutou essa informação.
Neste momento os mercenários são
um instrumento útil na resolução militar de conflitos. A sua
participação é assinalada em todos os conflitos armados nas últimas
décadas. Segundo o vice-presidente da Associação de Veteranos dos Serviços Especiais Berkut (Águia-real) Valeri Malevannyi, a sua participação em operações militares é determinada pela eficácia:
“Em
conflitos deste tipo, só os mercenários conseguem vencer, porque foram
treinados como forças especiais. Os mercenários sempre foram normalmente
pessoas que não se encontraram na vida civil. São especialmente bem
recebidos os que vieram das tropas especiais. Ou seja, os que dão um
mínimo de despesa, mas um máximo de rendimento em combate.”
Valeri
Malevannyi considera que, considerando a instabilidade geral na região
do Oriente Médio, os principais centros de preparação dos “soldados da
Fortuna” estão aí concentrados:
“Se considerarmos as
bases militarizadas fortes na preparação de mercenários, elas existem na
Palestina, na Arábia Saudita, na própria Líbia e nas zonas fronteiriças
da Síria. Na Turquia existem mesmo duas bases em que os mercenários são
preparados segundo o programa de treinos dos fuzileiros
estadunidenses.”
“As armas, claro, são fornecidas
pela OTAN, e sabemos que a Turquia faz parte da OTAN. Resulta que os
mercenários que decidem as revoluções em todo o Oriente Médio são
preparados a nível governamental. Há que referir que se trata de bases
móveis que são fácilmente deslocadas de um lado para o outro.”
Entretanto,
o perito afirma que a presença ativa de mercenários estrangeiros no
conlito sírio é ditada pela posição rígida do Ocidente relativamente às
autoridades oficiais da Síria:
“Podemos considerar
isso como uma tendência política. O governo da Turquia, por exemplo,
permitiu com o acordo da OTAN, ou seja autorizou, a instalação sob
controle dos seus serviços especiais de 8 bases militares para o treino
de mercenários.”
Considerando a escalada da tensão no
Oriente Médio, podemos prever que a quantidade de combatentes treinados
irá aumentar. O presidente da Associação dos Veteranos do Destacamento Anti-terrorista Alfa Serguei Goncharov considera que no futuro a sua deslocação poderá ser para o Cáucaso do Norte:
“É
um cenário muito provável. De qualquer forma, os nossos serviços
especiais devem estar preparados para isso. No nosso Cáucaso do Norte
temos a combater árabes, negros e outros. Se os americanos colocarem um
ponto final nos países do Oriente Médio, existe o perigo de algumas
forças se deslocarem para o Cáucaso do Norte para ganharem os seus
honorários. Agora eles ainda não são muitos nessa zona, mas o facto da
sua presença, especialmente de árabes, não é negado por ninguém.”
Fonte: ruvr.ru
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