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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Continuam confrontos nos arredores de Damasco

       

  
Damasco, 24 ago (Prensa Latina) Forças do Exército Árabe Sírio (EAS) continuam hoje as operações contra os grupos armados nos arredores desta capital e em outras províncias do país.

  Nesta sexta-feira, de manhã bem cedo, ouviam-se em Damasco explosões causadas por disparos de artilharia vindos do oste, dirigidos contra áreas de hostilidades no sul, onde há vários dias o EAS enfrenta numerosos insurgentes.

Fortes confrontos e intensos bombardeios de helicópteros foram registrados ontem contra forças irregulares na zona de Bebila e Daraya, localidades fora da cidade, a escassos quilômetros, mas que meios de comunicação do Cairo e de Beirute situavam em áreas periféricas e metropolitanas de Damasco.

A ofensiva governamental registra-se em várias províncias a partir de Deraa, no sul, Alepo, no norte, Deir Ezzor, ao leste, e muito escassa no oeste do país.

No povoado de Al-Hrak, Deraa, inúmeros armados morreram em confrontos contra forças governamentais, assim como em Yussieh, região de Qusseir, província central de Homs.

Em Alepo, onde começaram trabalhos de reconstrução, ocorreram combates em alguns bairros e nos arredores do chamado coração econômico do país.

No bairro de Seif Al-Dawla, uma área fortemente disputada, as autoridades capturaram numerosos insurgentes que tentavam fugir vestidos de mulher e liquidaram outros que escapavam pelas tubulações.

Forças do Exército destruíram em uma área rural 40 transportes inimigos, carros de artilharia com metralhadoras Doshka, enquanto deslocavam-se de Yarablas para a capital provincial de Alepo.

Em Hama, a 209 quilômetros ao norte de Damasco, ocorreram confrontos, entre eles um na região de Ghab, onde foram mortos inúmeros terroristas e confiscadas grandes quantidades de armas, entre elas 11 fuzis automáticos, nove morteiros e um laboratório para a fabricação de artefatos explosivos.

Sob esta situação, diferentes denúncias em meios internacionais confirmam a presença entre forças irregulares de grande número de mercenários, provenientes de nações árabes e ocidentais.

Entre tais afirmações públicas destaca-se, pelo terceiro dia consecutivo, a publicada em páginas do jornal The Independent pelo jornalista britânico Robert Fisk, que revela a massiva participação desses elementos nos ataques contra Alepo.

Prensa Latina

Extraterrestres poderão estar mais próximos do que pensamos


Andrei Kisliakov
 
extraterrestres SETI Edimburgo
© colagem: Voz da Rússia

Especialistas do Instituto Internacional de Investigação SETI alertam para a aproximação rápida da Terra de três objetos gigantes não identificados, que poderão ser provenientes de outros planetas.


Ainda continuam vivos na memória os filmes do Discovery Channel com declarações chocantes de Stephen Hawking, um dos mais influentes e conhecidos físicos teóricos. O cientista e prémio Nobel fez uma declaração sensacional em que disse que os extraterrestres, muito provavelmente, existem mesmo, implorando à humanidade não tentar entrar em contato com eles.
Não é a primeira vez que Stephen Hawking discorre sobre mundos extraterrestres. Ele se tornou famoso graças ao livro “Breve História do Tempo” sobre a origem do Universo. Na nova série, Stephen Hawking declara que existem outras formas de vida em muitos cantos do Universo mas que os extraterrestres podem simplesmente utilizar a Terra como fonte de recursos para a conquistar e continuar o seu caminho.
Os americanos já começaram a estudar o problema da identificação de criaturas alienígeras, por enquanto só a nível genético. Garry Rafkan, professor de Genética da Escola de Medicina de Harvard, desenvolveu um chip capaz de determinar a existência de fragmentos de ADN extraterrestre. O chip deverá ser utilizado nos equipamentos de investigação do futuro rover marciano (veículo robótico).
A poeira do planeta vermelho cairá em uma solução especial que será submetida a ultrassons para eliminar quaisquer vestígios orgânicos e depois analisada para detetar a existência de ADN.
Receber os “homenzinhos verdes”
Há muitas décadas que a Humanidade anda procurando vida extraterrestre. Os investigadores americanos resolveram, para fundamentar a necessidade das buscas de seres racionais extraterrestres, utilizar o paradoxo do conhecido físico Enrico Fermi, ou seja, a contradição entre a grande probabilidade de existência de vida racional no Universo e a ausência de sinais visíveis desta existência. O cientista colocou esta pergunta simples: “Se existem tantas civilizações fora da Terra, onde estão elas?”.
Os americanos propuseram uma forma de resolver este paradoxo. Eles estabeleceram que, se partirmos do tempo médio de vida de uma civilização na nossa galáxia de mil anos (os habitantes da Terra só enviam sinais de rádio para o cosmos há 100 anos), na Via Láctea podem existir mais de 200 civilizações sem saberem da existência umas das outras. Os ingleses foram ainda mais longe. Na Universidade de Edimburgo consideram que na nossa galáxia existem pelo menos 361 civilizações de seres racionais e que o seu número máximo poderá atingir 38.000.
Os sucessos na teoria inspiram não só os cientistas do SETI mas também milhões de voluntários em todo o mundo, que desde os anos 1960 tentam captar sinais de rádio vindos de outros mundos.
Em 1977, o radiotelescópio da Universidade de Ohio recebeu um sinal que demorou cerca de 37 segundos. O sinal era proveniente da constelação de Sagitário e era o mais potente dos captados até então. Em 2004, o radiotelescópio em Arecibo (Porto Rico) transmitiu um sinal que viria a receber o nome de SHGb02+14ª e que tinha origem numa zona do Universo em que a constelação de Carneiro faz fronteira com a constelação de Peixes.
Os últimos dados publicados em 2008 pelos cientistas americanos envolvidos no Programa de Busca de Civilizações Extraterrestres, podem bem ser considerados sensacionais. Uma das constelações próximas da Terra pode ser uma cópia quase perfeita do nosso Sistema Solar nos primórdios de seu desenvolvimento. Desta forma, não é de excluir que o homem tenha copiado a certa altura um ser que vivera há milhões de anos em mundos distantes.
O químico sueco Svante Arrhenius, um dos primeiros galardoados com o prémio Nobel, no fim do século XIX, avançou a ideia da Panspermia, segundo a qual a vida na Terra poderia ter sido trazida do Espaço. A ciência oficial do século XX ignorou esta hipótese. Mas agora muitos conhecidos físicos teóricos da Europa e da Rússia estão estudando o problema de a vida na Terra poder ter tido origem em seres de outros planetas, refutando a teoria “oficial” de que a Terra é o centro do Universo e que este “gira” à volta do nosso planeta. Na Rússia, a teoria da origem “não terrena” da vida foi fundamentada por investigadores do Instituto de Espectroscopia da Academia das Ciências.
Do ponto de vista filosófico, se pode preconizar que os extraterrestres queiram prolongar sua vida e transmitir os conhecimentos acumulados. Para tal, os seres de outros planetas teriam mais vantagem em espalhar na galáxia centenas de milhares de toneladas de biomoléculas-biocápsulas de ADN, que contêm toda a informação sobre o tipo de vida a que pertencem. Um tal tipo de “troca” de informação é vantajoso do ponto de vista energético. As partículas de ADN enviadas para o Espaço à velocidade cósmica de dezenas de quilómetros por segundo, são disseminadas na Galáxia durante alguns milhões de anos – um prazo “adequado para ser percecionado”. Pelo contrário, um sinal eletromagnético, que “voa” à velocidade da luz, espalha-se demasiado depressa e contem bastante menos informação.
Naturalmente que parte dos “mensageiros” se irá perder: ficará presa no cam po gravitacional sendo posteriormente queimada, uma parte se destruirá em resultado de explosões em estrelas supernovas. Mesmo assim, uma parte pode chegar aos planetas com condições mais favoráveis como a Terra. Se o planeta for adequado, o sinal biológico não se perderá. Tendo atingido, por exemplo, água a determinada temperatura, o “sinal” começa se desenvolvendo. No ADN está concentrada uma informação colossal: 110 unidades de alfabeto genético de três “letras” – os nucleótidos. É praticamente impossível imaginar todas as possíveis combinações. É assim que começa a vida. Os especialistas em Genética Molecular afirmam que só cerca de 5% do ADN humano possuem informação útil. Os outros 95%, a parte “em excesso”, encerram o mistério da origem da vida, incluindo a informação útil e necessária para o ulterior desenvolvimento da Humanidade.
Parece que, tendo alcançado o nível de desenvolvimento desses seres, nós, humanos, poderíamos levar a cabo a mesma operação de disseminação da vida para os próximos milhões de anos.
Há ainda um outro importante testemunho de que a vida na Terra foi trazida do Espaço. As últimas investigações microbiológicas do Instituto russo de Medicina Espacial mostram que a vida surge logo que existem as necessárias condições para tal. Se tivermos em conta que a idade estabelecida do primeiro gene na Terra é de 3,8 bilhões de anos e que a idade geológica da Terra é de 4,6 bilhões de anos, vemos que as duas datas são muito próximas, o que nos torna, a mim e a você, verdadeiros extraterrestres.
 
Fonte: ruvr.ru

Ufólogos encontraram OVNI nas imagens de Marte


 
 
Curiosity, Nasa, Marte, OVNI
 

O aparelho americano Curiosity não só viajou com sucesso através da paisagem de Marte, mas também fez algumas fotos que causaram uma tempestade de controvérsia pseudo-científica na mídia ocidental.


Alguns jornalistas afirmam que nas fotos se veem um OVNI. Os pontos flutuando acima do horizonte marciano realmente podem ser tomados por transportes alienígenas. Especialmente se passar a fotografia por vários filtros, como fizeram os ufólogos britânicos.
Os especialistas em óptica têm uma visão diferente. Segundo eles, os pontos são ou ligeiros danos da lente da câmera digital do Curiosity, ou partículas de poeira marciana.

Mercenários são arma da oposição na Síria

Síria oposição


 
 

Segundo a mídia estrangeira, no conflito armado na Síria participam mercenários de África, Ásia Central e Oriente Médio. Há ainda informações sobre a alegada participação de combatentes oriundos da Chechênia, cujo presidente, no entanto, refutou essa informação.

Neste momento os mercenários são um instrumento útil na resolução militar de conflitos. A sua participação é assinalada em todos os conflitos armados nas últimas décadas. Segundo o vice-presidente da Associação de Veteranos dos Serviços Especiais Berkut (Águia-real) Valeri Malevannyi, a sua participação em operações militares é determinada pela eficácia:
“Em conflitos deste tipo, só os mercenários conseguem vencer, porque foram treinados como forças especiais. Os mercenários sempre foram normalmente pessoas que não se encontraram na vida civil. São especialmente bem recebidos os que vieram das tropas especiais. Ou seja, os que dão um mínimo de despesa, mas um máximo de rendimento em combate.”
Valeri Malevannyi considera que, considerando a instabilidade geral na região do Oriente Médio, os principais centros de preparação dos “soldados da Fortuna” estão aí concentrados:
“Se considerarmos as bases militarizadas fortes na preparação de mercenários, elas existem na Palestina, na Arábia Saudita, na própria Líbia e nas zonas fronteiriças da Síria. Na Turquia existem mesmo duas bases em que os mercenários são preparados segundo o programa de treinos dos fuzileiros estadunidenses.”
“As armas, claro, são fornecidas pela OTAN, e sabemos que a Turquia faz parte da OTAN. Resulta que os mercenários que decidem as revoluções em todo o Oriente Médio são preparados a nível governamental. Há que referir que se trata de bases móveis que são fácilmente deslocadas de um lado para o outro.”
Entretanto, o perito afirma que a presença ativa de mercenários estrangeiros no conlito sírio é ditada pela posição rígida do Ocidente relativamente às autoridades oficiais da Síria:
“Podemos considerar isso como uma tendência política. O governo da Turquia, por exemplo, permitiu com o acordo da OTAN, ou seja autorizou, a instalação sob controle dos seus serviços especiais de 8 bases militares para o treino de mercenários.”
Considerando a escalada da tensão no Oriente Médio, podemos prever que a quantidade de combatentes treinados irá aumentar. O presidente da Associação dos Veteranos do Destacamento Anti-terrorista Alfa Serguei Goncharov considera que no futuro a sua deslocação poderá ser para o Cáucaso do Norte:
“É um cenário muito provável. De qualquer forma, os nossos serviços especiais devem estar preparados para isso. No nosso Cáucaso do Norte temos a combater árabes, negros e outros. Se os americanos colocarem um ponto final nos países do Oriente Médio, existe o perigo de algumas forças se deslocarem para o Cáucaso do Norte para ganharem os seus honorários. Agora eles ainda não são muitos nessa zona, mas o facto da sua presença, especialmente de árabes, não é negado por ninguém.”
 
Fonte: ruvr.ru